Ataques de phishing no Brasil são os mais frequentes

O ataque de phishing consiste em um link suspeito ou algum arquivo que foi baixado por e-mail com uma intenção maliciosa. O Brasil é a maior vítima desses ataques, nos quais os usuários são infectados depois de desprevenidamente clicarem em um link.

De acordo com a Kaspersky, empresa da área de cibersegurança, 28% dos brasileiros foram afetados por esse tipo de ataque entre janeiro e novembro de 2017. Depois do Brasil, os países que mais tiveram vítimas desses ataques virtuais foram Austrália (21,8%) e China (19,6%).

A falta de conhecimento e a pouca preocupação com a segurança virtual são causas que fazem o ataques terem eficiência. A correntes que são enviadas em redes sociais como o WhatsApp e a falta de cuidado são fatores que deixam o país em primeiro lugar na lista de mais atacados com phishing.

Com o evento de promoção da Black Friday, maiores são as possibilidades de novos ataques por conta dos diversos acessos a sites para efetuar uma compra. É importante estar atento aos e-mails que oferecem promoções muito vantajosas, como a venda de um iPhone novo por R$ 1 mil, por exemplo.

Em uma coletiva de imprensa em São Paulo, foram realizadas apresentações das tendências de cibersegurança para o ano de 2018. De acordo com as análises é preciso estar atento aos ataques de roubo de identidade, pois existem estimativas que esse seja um dos principais crescimentos de ataques para o próximo ano.

O crescimento do número de bots (robôs de conversa) em redes sociais terá a intenção de influenciar as eleições presidenciais, fato ocorrido nos Estados Unidos que demonstra ter possibilidade de acontecer também no Brasil. É muito fácil utilizar as redes sociais e manipulá-las para conseguir objetivos como esse.

Quando um usuário tem seus dados sequestrados e para resgatá-los é pedido um valor financeiro, o ataque é chamado de ramsomware. Essa forma de ataque está crescendo progressivamente. Em 2017, as ocorrências desses ataques se tornaram frequentes, principalmente por um tipo novo de ameaça que se chama ramonworms, que estão misturados com outros vírus mais comuns e têm a capacidade de se espalhar muito rápido pela internet.