IBGE revela que em 2016 mais de 24,8 mi de brasileiros viviam na miséria

Brasileiros que sobrevivem com uma renda inferior a ¼ do salário mínimo mensalmente, chegou a 24,8 milhões de pessoas em 2016, um número 53% maior que em 2014 quando se iniciou a crise econômica no país.

Esses números mostram que 12,1% da população brasileira vive na miséria, de acordo com a Síntese de Indicadores Sociais, o SIS, que foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, o IBGE.

O IBGE alterou a metodologia do SIS em 2016, passando a utilizar amostras da Pnad, a Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio Contínua, que contém informações de mais de 3,5 mil municípios. Anteriormente, o IBGE utilizava a Pnad que possui a informação de aproximadamente mil cidades. Devido a isso, o IBGE considera que nem todos as informações de 2016 são iguais a dos anos anteriores. Porém, é possível fazer a comparação de projeções relativas das pesquisas com a quantia de pessoas que vivem com cada faixa de renda.

O IBGE em 2014 apontou em um levantamento que havia 16,2 milhões de pessoas no país com renda abaixo de ¼ do salário mínimo. Assim houve uma elevação em 8,6 milhões de pessoas com esta faixa de renda no período de dois anos.

Em relação a classificação adotada pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada, o Ipea, as famílias com renda de até ¼ do salário mínimo per capita vivem na pobreza extrema e os que vivem com até meio salário mínimo são considerados pobres absolutos.

Em relação a faixa de renda per capita entre ¼ e ½ do salário mínimo no ano passado, eram mais de 36,6 milhões de pessoas que podem se classificar como pobres. Em relação a 2014, houve um crescimento de 2,1 milhões, número 6% maior de pessoas nessa situação.

O Nordeste é a região onde mais se concentra pessoas assim. O menor grupo de pessoas nessa condição é na região Centro-Oeste com cerca de 900 mil brasileiros.

O IBGE destaca que o acesso aos direitos é fundamental para que o desenvolvimento inclusivo ocorra e a análise destes dados é algo relevante para que políticas públicas sejam direcionadas para combater a pobreza no Brasil.

 

Empresário Rodrigo Terpins reporta sobre o uso e a importância do Analytics

Para alcançar o nível de qualidade elevado que os consumidores exigem, as corporações precisam adotar novos sistemas e ferramentas capazes de auxiliar na coleta e na análise dos dados, informa o empresário do ramo varejista, Rodrigo Terpins. Entre essas ferramentas, um exemplo de destaque é o Analytics, uma plataforma que foi o tópico principal de debate em um evento que reuniu os principais nomes do varejo no país.

Chamado de “Analytics como o vetor de inovação do varejo”, o evento foi feito pela Unisys, empresa do ramo de TI, em parceria com a NOVAREJO. No decorrer dos debates, Jacques Meir, que é o diretor de conhecimento do Grupo Padrão, ressaltou que o diagnóstico dos dados e informações representam uma relevância crescente para o mercado varejista. Por esse motivo, esse é um tema que necessita de uma análise constante para que possamos compreender a melhor forma de realizá-lo.

Jacques Meir destacou também que por décadas as principais varejistas do país adotaram gestões cuja maior base era a intuição dos empresários, tendo em vista eu não haviam esses softwares e sistemas de tecnologia avançada. Mas atualmente, reporta Rodrigo Terpins, Analytics se destaca entre os grandes exemplos de ferramentas que realmente são capazes de auxiliar na toma de decisão das grandes corporações varejistas.

Segundo André Almeida, que é o VP da Vertical Commercial para a América Latina, ainda que alguns fatores já indiquem o crescimento econômico brasileiro a médio prazo, diversas redes varejistas permanecem aquém do que estavam antes da atual crise na economia do Brasil. O executivo ressaltou também a relevância de se continuar apostando em inovações, pois é fundamental a análise e a compreensão dos dados que ajudam as empresas a entenderem o comportamento dos seus clientes.

Uma das maiores empresas de varejo do planeta, a Amazon é um exemplo de corporação de grande porte que faz uso do Analytics para as suas decisões corporativas e na escolha de quais estratégias adotar. Ao utilizar esse sistema, uma empresa é capaz de transformar os dados recolhidos em novas soluções que melhorem a experiência de compra dos clientes, o que também impacta no índice de satisfação desses clientes, noticia Rodrigo Terpins.

Ainda assim, a adoção dessa ferramenta é algo que demanda paciência e tempo por parte das empresas. Como exemplo, na Ri Happy, a implantação do sistema levou algum tempo para trazer o resultado esperado. Para Eloi Assis, o CIO da empresa, o Analytics foi capaz de trazer vários benefícios para a Ri Happy quando o diretor de operações concedeu a devida importância para o recolhimento de dados, reporta o empresário Rodrigo Terpins. Nos dias de hoje, a empresa criou um setor dedicado de forma integral a arrecadação e ao diagnóstico dos dados, compreendendo o quanto essas informações são fundamentais para o crescimento da marca.

Já no caso do Magazine Luiza, Beatriz Menezes, a gerente de atendimento aos consumidores, ressaltou que a empresa utiliza um processo de digitalização há anos para ajudar os seus funcionários. Assim, com a coleta e análise de informações através do aplicativo da marca, o Magazine Luiza aposta em uma abordagem muito mais eficiente e personalizada, noticia Rodrigo Terpins.

 

Novo patamar de inteligência artificial é empregado em jogo de xadrez

O xadrez é um jogo que não é considerado fácil para os padrões de pensamento humano. São poucos os bem-sucedidos neste jogo, que requer muita perícia e estratégia em cada movimento realizado no tabuleiro, com anos de dedicação dos jogadores. Mas, para a IA – Inteligência Artificial, esse domínio demora apenas poucas horas para ser alcançado, sendo impossível de mensurar com a capacidade humana. O novo IA criado pelo Google é capaz de superar a IA mais avançada em análise de jogo de xadrez, o Stockfish. O novo IA, chamado de AlphaZero, tem a capacidade sobre-humana de dominar o jogo, precisando de apenas 4 horas para conseguir buscar esse resultado.

Todo a gama de conhecimento adquirida pela humanidade sobre o xadrez, foi superado por essa nova IA utilizando o tempo que se gasta para ir de Nova Iorque a Washington, DC. Em uma sequência de 100 jogos consecutivos realizados entre o AlphaZero e o Stockfish, o AlphaZero ganhou 25 vezes utilizando as peças brancas, e ganhou três utilizando as peças pretas. As outras disputas terminaram empatadas.

“Agora sabemos quem é o nosso novo senhor. Sem dúvida, irá revolucionar o jogo, mas pense como isso poderia ser aplicado fora do xadrez. Este algoritmo poderia gerir cidades, continentes, universos”, explicou David Kramaley, pesquisador de xadrez e CEO do site de ciência do xadrez, Chessable.

Criado por DeepMind do Google, o AlphaZero acabou se tornando uma versão genérica do antigo AlphaGo Zero, uma IA especializada no jogo de tabuleiro Go, um famoso jogo chinês. A DeepMind vem cada vez aprimorando mais o AlphaZero ao longo do anos, e tem alcançado números acima da expectativa, vencendo os maiores campeões humanos em atividade.

Essa grande sequência de vitórias experimentada pelo AlphaZero, fez essa IA tornar-se uma versão nova de inteligência autônoma, com o poder de aprender sem a necessidade de seres humanos.

“É como uma civilização alienígena inventando sua própria matemática”, de acordo com Nick Hynes, cientista da computação do MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts, veiculado no portal de notícias Gizmodo em outubro deste ano. “O que estamos vendo aqui é um modelo livre de preconceitos humanos e pressupostos, que de fato pode ser mais matizado do que nossas próprias concepções do mesmo”.

 

Cientistas alertam que remédios usados em casos de ansiedade e falta de sono podem matar mais que coca

A utilização de remédios de forma descontrolada em casos de ansiedade e falta de sono, podem colocar em risco as pessoas que estão ingerindo esses medicamentos, como Valium,  Rivotril,  Ativan e Xanax, apresentando índices de morte maiores do que as ocasionadas por drogas ilícitas, como heroína e cocaína. Essas consequências foram verificadas através de dois estudos, que foram divulgados no American Journal of Public Health e que foram realizados por cientistas canadenses.

Os pesquisadores encontraram um componente que é de fato muito preocupante, a BZD (benzodiazepina). Na primeira pesquisa realizada em Vancouver, no Canadá, os cientistas da UBC (Universidade da Colúmbia Britânica), descobriram que a ingestão em grandes quantidades de benzodiazepina, pode levar pessoas ao óbito cerca de 1,86 vezes maior, do que o uso de drogas ilícitas.

Essa pesquisa foi realizada avaliando o quadro de mais de 2.800 pacientes, que fazem uso de medicamentos com essa substância e que foram avaliados de seis em seis meses, durante quase seis anos. No término dessa pesquisa, cerca de 18,8% desses pacientes haviam morrido. Os cientistas perceberam que mesmo levando em conta outros elementos, como a utilização de drogas ilícitas e condutas arriscadas, os índices de mortes continuaram bem altos entre os pacientes que faziam uso dos medicamentos que apresentam benzodiazepina.

Na segunda pesquisa que foi feita com uma parcela menor desses mesmos pacientes, se constatou uma relação entre as pessoas que tomavam medicamentos de benzodiazepina, com a infecção por hepatite C, e os índices ficaram 1,67 vezes maior.

O pesquisador Keith Ahamad, declarou ao jornal Vancouver Sun, que os pacientes acreditam que estão seguros por estarem tomando medicamentos que são receitados por médicos. Mas o que está acontecendo é que essas drogas estão sendo prescritas, de uma maneira que está causando danos graves aos pacientes.

Em uma avaliação da OMS (Organização Mundial da Saúde), ela adverte que essa substância benzodiazepina somente deve ser receitada, em casos graves de ansiedade e falta de sono, quando o paciente se torna incapacitante ou em casos de desespero intenso. A organização também aconselha que os especialistas avaliem os casos, já que essa substância cria dependência e crises de abstinência, tendo que ser receitada por curtos períodos e com doses mínimas para o tratamento.

 

A partir de 2019 as carteiras de motorista contarão com chip inteligente

A Resolução do Conselho Nacional de Trânsito será publicada ainda no mês de novembro deste ano, onde modificará a Carteira Nacional de Habilitação, a CNH, que passará de impressa em papel para um cartão de plástico com um smart card, ou seja um chip inteligente. O formato é semelhante a um cartão de crédito e débito convencional, com chip de gravação de dados a laser.

As entidades e órgãos executivos de trânsito dos Estados terão que se adequar ao novo modelo para a aquisição da CNH até o dia 1º de janeiro de 2019 e nenhuma carteira irá perder sua validade. Os motoristas farão a troca de modelo na renovação e a emissão da primeira via será realizada no novo modelo em 2019. Não é necessário fazer uma troca, pois os dois modelos serão válidos com a substituição gradual.

A nova carteira de habilitação possibilitará diversas informações no chip relacionadas ao condutor, segundo o Ministério das Cidades, como, por exemplo, o CPF, e também facilitará o acesso dos certificados digitais. A possibilidade de utilização dos documentos e a consulta e verificação de dados será facilitada.

A possibilidade de uso para outros fins será permitida com a novas estrutura da CNH, tais como o pagamento de pedágio e transporte público e o controle de acesso a locais públicos e universidades, o que vai depender do interesse dos setores responsáveis em utilizar essas oportunidades.

Para o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, o novo formato da carteira de habilitação ajudará a evitar fraudes e possibilitará a integração com outros países.

Recentemente, a CNH passou por diversas mudanças, como em janeiro que ela ganhou um novo visual com mais itens, como marca d’água e itens holográficos. No mês de maio o documento recebeu o QR-Code que permite a checagem de dados através de leitura com uma câmera de smartphone.

A versão digital da CNH é apresentada em alguns estados desde outubro deste ano e até o mês de fevereiro do ano que vem, o documento eletrônico estará disponível em todo país com acesso através do celular.

Em 2017 também foi elaborado um projeto chamado “Identificação Civil Nacional“, que contém em um único cartão o CPF, RG, título de eleitor e cadastro biométrico, ficando de fora somente a CNH e o passaporte.

 

Compras na Black Friday podem ser canceladas sem custo pelo consumidor

As promoções da Black Friday são aproveitadas pelos consumidores, porém no caso de arrependimento o cancelamento é um direito protegido por lei. Há também as possibilidades de troca e reclamações para soluções de defeitos do produtos com prazos determinados.

O Código de Defesa do Consumidor assegura que todas as compras realizadas pela internet, através de catálogos, do telefone ou diretamente em casa, tenham um prazo de cancelamento de 7 dias corridos contados a partir da data da compra como é o caso das passagens aéreas. Para poder devolver o produto, ele deve estar em boas condições e não ter sido utilizado.

A justificativa de devolução é algo desnecessário para que o cancelamento seja solicitado. A instituição recomenda que a devolução seja documentada por e mail e no caso de haver cobrança na devolução, o consumidor ter seu direito de devolução e indenização compensatória assegurados.

As empresas podem apresentar alternativas de troca do produto ou vale compra no mesmo valor do produto devolvido e não somente a devolução do dinheiro, as opções que já vêm explicadas no momento da compra.

No caso da Black Friday é muito comum ocorrer as devoluções de produtos, no caso em que as lojas virtuais vendem, porém ele acaba no estoque e a empresa acaba enviando outra mercadoria ao consumidor.

Para fazer a devolução do produto, o consumidor envia a mercadoria pelo correio e as despesas é por conta da loja, conhecido como frete reverso, se estiver dentro do prazo de sete dias do recebimento da mercadoria. Nos casos de troca do produto, os critérios variam de acordo com a política da empresa.

A lei não possui um prazo definido de entrega, porém a loja deve estipular um prazo que deverá ser cumprido. O recomendado é que o andamento seja acompanhado para que a loja seja contatada em caso de atrasos.

No caso em que o consumidor solicitar um ressarcimento do dinheiro, a empresa fica proibida de negar a solicitação.

É essencial que a troca de e mail que comprovem a data da compra e prazo sejam guardados junto de outras informações enviadas pela loja.

 

JHSF – conheça algumas dos investimentos da empresa de José Auriemo Neto

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José Auriemo Neto

Mais um passo importante da JHSF Participações foi dado quando a empresa passou a apostar na incorporação imobiliária no final da década de 1990. Foi a partir daí que a empresa que nasceu apenas com o foco na construção iniciou seus investimentos em edifícios comerciais para a locação. De lá para a cá a companhia presidida por José Auriemo Neto desenvolveu inúmeros empreendimentos de sucesso, em especial os destinados ao público da classe a.

No início das incorporações, a JHSF foi responsável pelo Metropolitan Office, situado na Rua Amauri, que até hoje é visto como um dos pontos comerciais mais importantes da capital paulista.

Alguns anos depois veio o Parque Cidade Jardim, icônico residencial que agrega a um só endereço apartamentos, escritórios, um hotel e um shopping center de luxo. Para convencer o pai de que era uma boa ideia construir um empreendimento desse tamanho próximo a marginal Pinheiros, José Auriemo Neto afirmou que a entrada seria por uma área residencial atrás da marginal.

O empreendimento resolveria dois dos principais problemas da metrópole: o trânsito caótico e a falta de segurança, uma vez que não era preciso sair percorrer grandes distâncias para trabalhar, se divertir e consumir. Tudo poderia ser feito no próprio residência.

O conceito logo agradou e antes da inauguração, ocorrida em 2006, boa parte das unidades já haviam sido vendidas. A mais em conta era um apartamento de 240 metros quadrados, custava pouco menos de R$ 2 milhões, enquanto a mais cara, uma cobertura tríplex de 1700 metros quadrados foi vendida por R$ 16,6 milhões.

Com a incorporação veio a ideia de José Auriemo Neto de criar a divisão de shopping centers da JHSF, ainda quando era diretor em 2001. A empresa passou a projetar, construir e administrar centros comerciais em vários estados do país.

Os primeiros foram os Shopping Metrô Tucuruvi, vendido em 2016, e o Shopping Metrô Santa Cruz, o primeiro do país a ser integrado a uma estação de metrô, que também foi vendido, mas no ano de 2009. Além deles a empresa controla o Shopping Ponta Negra, em Manaus, o Shopping Bela Vista, em Salvador, o Catarina Fashion Outlet em São Roque (SP) e o Shopping Cidade Jardim, integrado ao Residencial Parque Cidade Jardim.

Esse último, o Shopping Cidade Jardim conta com algumas das marcas mais famosas do mundo, como Rolex, Hermés, Fendi, Louis Vuitton,Cartier, Gucci,Ralph Lauren, Chanel, Dior, Pucci, Ermenegildo Zegna, Prada, Valentino e muitas outras.

Quem é José Auriemo Neto?

Zeco, como é chamado por amigos e parentes é um executivo que mantém uma rotina de trabalho intenso. O presidente do conselho administrativo da JHSF acorda cedo e pouco depois das 8 da manhã já está trabalhando. Envolto a reuniões e outros compromissos, ele ainda encontra tempo para verificar o andamento de obras ou apresentar um imóvel a investidores, sempre a pedido de conhecidos.

Casado com administradora de empresas Mariana Landmann Auriemo, José Auriemo Neto é pai de Olivia e Antonio. O executivo não gosto muito de badalações, dando preferência aos momentos com a família, mas mesmo nas férias aproveita para marcar reuniões e fazer algumas ligações de negócios.

MIT anuncia cursos voltados para tecnologia no Brasil em parceria com a Ilumno

O MIT – Massachusetts Institute of Technology, anunciou que irá lançar uma série de cursos no Brasil voltados para quem busca aprender sobre alta tecnologia. Esta é a primeira vez que um renomado instituto como o MIT anuncia planos de desenvolvimento educacional no Brasil. Segundo informou o próprio instituto, a iniciativa se enquadra ao acordo firmado entre a instituição e a Ilumno.

O instituto informou em seu anúncio que os cursos que serão disponibilizados no país serão voltados exclusivamente para o ensino da alta tecnologia já utilizada por países mais desenvolvidos. Entre os cursos que serão oferecidos pela instituição de ensino estão o de Big Data, e o IoT – Internet das Coisas, que já estarão disponíveis a partir de 2018.

Além disso, o instituto também disse que todo o conteúdo que será disponibilizado aos estudantes brasileiros contará com material didático traduzido para o português. O conteúdo também será totalmente online, sendo as aulas exibidas a partir do laboratório do MIT, chamado de Ciência da Computação e Inteligência Artificial.

Os cursos serão disponibilizados através da Rede Ilumno, o que significa que os alunos deverão recorrer a uma instituição que faça parte desta rede para se inscrever em um curso oferecido pelo MIT. Dentre as instituições brasileiras, apenas três estão inscritas como participantes da Rede Ilumno, sendo elas: UniFil – Centro Universitário Filadélfia, em Londrina; Unijorge – Centro Universitário Jorge Amado, em Salvador; e a UVA – Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro.

A Ilumno informou que a universidade americana ainda planeja lançar mais dois cursos para a formação dos brasileiros no ano que vem. Sendo um deles sobre Inteligência Artificial, chamado de AI, e outro de Aplicativos Específicos de Negócios, que será chamado de Business Applications.

Todos os cursos que serão oferecidos pelo MIT visa trazer o conhecimento tecnológico para os estudantes brasileiros. Essa ampliação do conhecimento entre os estudantes do país, deverá auxiliar no desenvolvimento da tecnologia no Brasil, de um modo que o país possa desenvolver mais mecanismos tecnológicos de um modo geral.

A Ilumno atua em diversos países através de uma plataforma que conecta universidades e estudantes no mundo todo. Segundo a instituição, a ideia é trocar experiências através do intercâmbio de conhecimento nos mais variados lugares do mundo.

 

ONGs brasileiras apresentam medidas na Conferência do Clima da ONU para acabar com o desmatamento

No acordo de Paris, o Brasil firmou uma meta para acabar com  o desmatamento ilegal na floresta amazônica  até 2030. Mas o país também se comprometeu em diminuir em 70%, a quantidade atual de perda das suas áreas verdes até 2020, sendo essas duas promessas muito difíceis de serem cumpridas, devido às variações apresentadas nos últimos anos das perdas de áreas verdes.

Diante de todas essas metas difíceis, oito ONGs do Brasil indicaram um programa em que o país iria alcançar todas essas metas, e ainda acabaria com todo o desmatamento ilegal.

Divulgado durante a Conferência do Clima da ONU, na cidade de Bonn, na Alemanha, esse relatório revela que o desmatamento é a maior fonte de emissão de gases do país. O tema desse programa apresentado pelas ONGs brasileiras é “Desmatamento zero na Amazônia: como e por que chegar lá”.

No último ano, os números do desmatamento no país mostraram um aumento de 27%, com a alteração da utilização do solo representando cerca de 51% das emissões de poluentes realizadas pelo país.

Essa situação apresentou uma melhora entre os meses de agosto de 2016 a julho de 2017, quando houve uma redução de 16% nos índices de desmatamento. Mas este estudo mostra que a média de perda de vegetação que ocorreu entre os anos de 2013 e 2017, chegou a 38% a mais que em 2012, quando este índice foi o menor já registrado na história.

Esse índice só foi possível graças às reduções seguidas dos níveis de desmatamento apresentados, reduzindo em mais de 80% em relação aos dados mais altos apresentados em 2004.

Mas depois dessa época não houveram reduções nesses índices de desmatamentos, apresentando inclusive grandes altas entre os anos de 2014 e 2016.

Para as ONGs os números registrados até o ano de 2012, mostram que o país já possui elementos para conseguir acabar com o desmatamento, sendo preciso realizar ações políticas públicas voltadas para esse problema.

Cristiane Mazzetti, do Greenpeace, declarou que várias ações foram adotadas para reduzir as taxas de desmatamento, mas que depois, outras ações foram tomadas e algumas aconteceram inclusive recentemente, como por exemplo as tentativas de diminuir as áreas de preservação. Essas ações podem fazer com que país fique cada vez mais longe de outra meta firmada para 2020, que é de continuar reduzindo as áreas de desmatamento até chegar aos 3.900 km2.

No acordo de Paris, o Brasil firmou uma meta para acabar com  o desmatamento ilegal na floresta amazônica  até 2030. Mas o país também se comprometeu em diminuir em 70%, a quantidade atual de perda das suas áreas verdes até 2020, sendo essas duas promessas muito difíceis de serem cumpridas, devido às variações apresentadas nos últimos anos das perdas de áreas verdes.

Diante de todas essas metas difíceis, oito ONGs do Brasil indicaram um programa em que o país iria alcançar todas essas metas, e ainda acabaria com todo o desmatamento ilegal.

Divulgado durante a Conferência do Clima da ONU, na cidade de Bonn, na Alemanha, esse relatório revela que o desmatamento é a maior fonte de emissão de gases do país. O tema desse programa apresentado pelas ONGs brasileiras é “Desmatamento zero na Amazônia: como e por que chegar lá”.

No último ano, os números do desmatamento no país mostraram um aumento de 27%, com a alteração da utilização do solo representando cerca de 51% das emissões de poluentes realizadas pelo país.

Essa situação apresentou uma melhora entre os meses de agosto de 2016 a julho de 2017, quando houve uma redução de 16% nos índices de desmatamento. Mas este estudo mostra que a média de perda de vegetação que ocorreu entre os anos de 2013 e 2017, chegou a 38% a mais que em 2012, quando este índice foi o menor já registrado na história.

Esse índice só foi possível graças às reduções seguidas dos níveis de desmatamento apresentados, reduzindo em mais de 80% em relação aos dados mais altos apresentados em 2004.

Mas depois dessa época não houveram reduções nesses índices de desmatamentos, apresentando inclusive grandes altas entre os anos de 2014 e 2016.

Para as ONGs os números registrados até o ano de 2012, mostram que o país já possui elementos para conseguir acabar com o desmatamento, sendo preciso realizar ações políticas públicas voltadas para esse problema.

Cristiane Mazzetti, do Greenpeace, declarou que várias ações foram adotadas para reduzir as taxas de desmatamento, mas que depois, outras ações foram tomadas e algumas aconteceram inclusive recentemente, como por exemplo as tentativas de diminuir as áreas de preservação. Essas ações podem fazer com que país fique cada vez mais longe de outra meta firmada para 2020, que é de continuar reduzindo as áreas de desmatamento até chegar aos 3.900 km2.

Conheça, com o sócio da Floresvale, Michel Terpins, os três novos decretos da área ambiental

A área ambiental ganhou, recentemente, três novos decretos. São eles: um que institui o Programa de Conversão de Multas Ambientais emitidas por órgãos da União, como Ibama e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); outro que estabelece critérios de sustentabilidade nas compras do setor público; e o terceiro que regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos, lista o sócio da empresa de reflorestamento ambiental Floresvale, Michel Terpins.

Os três foram publicados no Diário Oficial da União (DOU), no dia 24 de outubro – eles foram assinados pelo atual presidente da República, Michel Temer, no dia anterior. Michel Terpins salienta que o Programa de Conversão de Multas refere-se a uma medida que já havia sido anunciada por Temer, no dia 21 de outubro, durante um evento em Mato Grosso do Sul – ela dá até 60% de desconto em multas por crimes contra o meio ambiente.

Conceder o perdão a infratores que optarem por converter a penalidade financeira em serviços ambientais – como os projetos de revitalização de nascentes, reflorestamento e recuperação de áreas degradadas – é a ideia do Decreto. Vale destacar, contudo, que a conversão alcança multas que ainda estejam na esfera administrativa dos órgãos federais.

Com o Programa de Conversão de Multas Ambientais, a expectativa de arrecadação do governo é de R$ 4,6 bilhões, reporta Michel Terpins.

O Decreto que estabelece critérios de sustentabilidade nas compras do setor público, por sua vez, afirma – na “aquisição de bens e na contratação de serviços e obras, a administração pública federal direta, autárquica e fundacional e as empresas estatais dependentes adotarão critérios e práticas sustentáveis nos instrumentos convocatórios”.

Já sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos, o sócio da Floresvale explica que esse Decreto trata de normas para produtos, resíduos e embalagens sujeitos à logística reversa obrigatória. De acordo com o Planalto, o ato visa a “assegurar a isonomia na fiscalização e no cumprimento das obrigações imputadas aos fabricantes, aos importadores, aos distribuidores e aos comerciantes de produtos, seus resíduos e suas embalagens sujeitos à logística reversa obrigatória”.

A Floresvale

A empresa de Michel Terpins trabalha com o manejo de florestas – ou seja, ela é focada em usar, de maneira inteligente, os recursos florestais através de técnicas e equipamentos de extração sustentáveis capazes de preservar as espécies.

A intenção da Floresvale – fundada em 2009, sediada em Pindamonhangaba (SP) e que atua, especificamente, no manejo de florestas de eucalipto para serraria no Vale do Paraíba, entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais – é desenvolver um polo madeireiro sustentável, gerando empregos e oportunidades para parceiros locais, aproveitando o grande potencial florestal do lugar.

A empresa de reflorestamento ambiental de Michel Terpins já mantém cerca de 5.000 hectares de florestas sob manejo.