ONGs brasileiras apresentam medidas na Conferência do Clima da ONU para acabar com o desmatamento

No acordo de Paris, o Brasil firmou uma meta para acabar com  o desmatamento ilegal na floresta amazônica  até 2030. Mas o país também se comprometeu em diminuir em 70%, a quantidade atual de perda das suas áreas verdes até 2020, sendo essas duas promessas muito difíceis de serem cumpridas, devido às variações apresentadas nos últimos anos das perdas de áreas verdes.

Diante de todas essas metas difíceis, oito ONGs do Brasil indicaram um programa em que o país iria alcançar todas essas metas, e ainda acabaria com todo o desmatamento ilegal.

Divulgado durante a Conferência do Clima da ONU, na cidade de Bonn, na Alemanha, esse relatório revela que o desmatamento é a maior fonte de emissão de gases do país. O tema desse programa apresentado pelas ONGs brasileiras é “Desmatamento zero na Amazônia: como e por que chegar lá”.

No último ano, os números do desmatamento no país mostraram um aumento de 27%, com a alteração da utilização do solo representando cerca de 51% das emissões de poluentes realizadas pelo país.

Essa situação apresentou uma melhora entre os meses de agosto de 2016 a julho de 2017, quando houve uma redução de 16% nos índices de desmatamento. Mas este estudo mostra que a média de perda de vegetação que ocorreu entre os anos de 2013 e 2017, chegou a 38% a mais que em 2012, quando este índice foi o menor já registrado na história.

Esse índice só foi possível graças às reduções seguidas dos níveis de desmatamento apresentados, reduzindo em mais de 80% em relação aos dados mais altos apresentados em 2004.

Mas depois dessa época não houveram reduções nesses índices de desmatamentos, apresentando inclusive grandes altas entre os anos de 2014 e 2016.

Para as ONGs os números registrados até o ano de 2012, mostram que o país já possui elementos para conseguir acabar com o desmatamento, sendo preciso realizar ações políticas públicas voltadas para esse problema.

Cristiane Mazzetti, do Greenpeace, declarou que várias ações foram adotadas para reduzir as taxas de desmatamento, mas que depois, outras ações foram tomadas e algumas aconteceram inclusive recentemente, como por exemplo as tentativas de diminuir as áreas de preservação. Essas ações podem fazer com que país fique cada vez mais longe de outra meta firmada para 2020, que é de continuar reduzindo as áreas de desmatamento até chegar aos 3.900 km2.

No acordo de Paris, o Brasil firmou uma meta para acabar com  o desmatamento ilegal na floresta amazônica  até 2030. Mas o país também se comprometeu em diminuir em 70%, a quantidade atual de perda das suas áreas verdes até 2020, sendo essas duas promessas muito difíceis de serem cumpridas, devido às variações apresentadas nos últimos anos das perdas de áreas verdes.

Diante de todas essas metas difíceis, oito ONGs do Brasil indicaram um programa em que o país iria alcançar todas essas metas, e ainda acabaria com todo o desmatamento ilegal.

Divulgado durante a Conferência do Clima da ONU, na cidade de Bonn, na Alemanha, esse relatório revela que o desmatamento é a maior fonte de emissão de gases do país. O tema desse programa apresentado pelas ONGs brasileiras é “Desmatamento zero na Amazônia: como e por que chegar lá”.

No último ano, os números do desmatamento no país mostraram um aumento de 27%, com a alteração da utilização do solo representando cerca de 51% das emissões de poluentes realizadas pelo país.

Essa situação apresentou uma melhora entre os meses de agosto de 2016 a julho de 2017, quando houve uma redução de 16% nos índices de desmatamento. Mas este estudo mostra que a média de perda de vegetação que ocorreu entre os anos de 2013 e 2017, chegou a 38% a mais que em 2012, quando este índice foi o menor já registrado na história.

Esse índice só foi possível graças às reduções seguidas dos níveis de desmatamento apresentados, reduzindo em mais de 80% em relação aos dados mais altos apresentados em 2004.

Mas depois dessa época não houveram reduções nesses índices de desmatamentos, apresentando inclusive grandes altas entre os anos de 2014 e 2016.

Para as ONGs os números registrados até o ano de 2012, mostram que o país já possui elementos para conseguir acabar com o desmatamento, sendo preciso realizar ações políticas públicas voltadas para esse problema.

Cristiane Mazzetti, do Greenpeace, declarou que várias ações foram adotadas para reduzir as taxas de desmatamento, mas que depois, outras ações foram tomadas e algumas aconteceram inclusive recentemente, como por exemplo as tentativas de diminuir as áreas de preservação. Essas ações podem fazer com que país fique cada vez mais longe de outra meta firmada para 2020, que é de continuar reduzindo as áreas de desmatamento até chegar aos 3.900 km2.